Publicado por: unknown | janeiro 5, 2009

História da Coxinha

Muito se fala sobre as origens da coxinha de frango. A mais aceita é que Portugal trouxe junto com sua sede de exploração essa receita tão especial quanto o Tejo. Considerando que daqui os lusitanos levaram o Pau-Brasil, muito ouro, todas as pedras preciosas, as riquezas com a agricultura e outras coisinhas como cadeiras vitalícias no congresso, só podemos concluir que ou o bacalhau deles andava extra-salgado ou o lanche da tarde também era especial.

É uma vertente de pensamentos que parece sensata e principalmente crível, mas depois de pesquisar arquivos no Instituto Gastronômico de Comidas Rápidas de Lisboa, o jornalista Helói Silveira, descobriu na seção de Misturas Afro-lusitanas, Sub-capítulo Angola a seguinte citação:

“Diferentemente de outras tribos canibais de Angola, os Sibemoles capturavam prisioneiros de suas guerras e esses não eram mortos na fritura da banha do bode, mas sim jogados em um espaço que poderia ser considerado a cozinha, onde trabalhavam como escravos. Quatro vezes ao ano, na troca das estações, esses escravos apresentavam ao líder da tribo um prato que eles considerassem apetitoso, ou pelo menos mais apetitoso que seus miolos. Caso surpreendessem positivamente seriam libertos de sua subjugação e viveriam como um membro Sibemol.

Porém, os Sibemoles acreditavam que ao serem capturados, o nível de tensão era tanto nos prisioneiros que sua carne se enrigessia ao ponto de ficar tão macia quanto um tornozelo. Com o ritual das estações, além de conseguirem escravos temporários, acalmavam a futura ceia. O único a escapar de seu destino foi Simão Cavaco, guerreiro Mizustenido, que apresentou ao chefe Sibemol uma massa frita recheada com partes da galinha e ervas e o transformou na primeira celebridade tribal da Angola recém-colonizada.”

Como pudemos ver, além de pioneiros nas técnicas psicológicas de abate praticadas hoje nos gados de corte brasileiros, os angolanos proporcionaram ao Brasil a base da alimentação da parada do ônibus e da refeição rápida-trash legitimamente brasileira. Uma contribuição que agradecemos enormemente e de boca cheia.

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