Publicado por: unknown | outubro 5, 2011

Recife – São Braz Coffee Shop


Local – Recife

Nome do recinto – Aeroporto de Jaboatão dos Guararapes

Endereço – Pç. Senador Salgado Filho s/nº / Imbiribeira

CRÍTICA – por Ivan “The Elan” (ciceroneado por Cleide)

Genteeee. Ai vocês não sabem. Depois de passar uma mini saison hivernale em Porto de Galinhas eu precisava voltar. Relaxar é bom mas eu não posso ficar sem tomar conta dos meus business, não é? E imaginem só quem eu encontrei em plena área VIP do Aeroporto Internacional de Recife: Ivan e a linda da Luisa. Dois queridíssimos de São Paulo que resolveram abandonar nossos happy hours de Dry Martini e se mandaram para Brasília…terra dos poderosos. E se tem uma coisa que nós 3 temos em comum é que sabemos comer muitíssimo bem. Por isso, claro, quando encontrei com o casal, Ivanzinho já estava com uma coxinha em mãos. Convidei e ele aceitou fazer a resenha. Exubera, meu mouro.

Crosta

Posto que o propósito da crosta é ser uma superfície resistente (mas não dura) e crocante (mas não seca), que contrasta com a maciez da massa, a coxinha do São Braz deixa muito a desejar nesse quesito. A crosta parece ter sofrido a ação de um microondas: é mole e, se fosse um item separado de um todo, seria borrachuda, com certeza. Apesar do aspecto convidativo, a farinha de rosca utilizada para recobrir nosso acepipe favorito é daquelas pré-prontas, com certeza: tem gosto de industrializado.

Massa

Apesar da decepção com a crosta, a massa até que é boa – mas não chega a surpreender. A consistência é correta, o ponto de sal é ok. No fundo, o aftertaste é mediano.

Recheio

Aqui temos outra decepção. Na falta de opção, pedi a coxinha com catupiry. O catupiry era o verdadeiro, mas o recheio…decepcionante. Apesar de preencher quase toda a coxinha, era seco, sem muitos temperos (coloral e aji-no-moto, se muito) e todo o creme do queijo estava acumulado no fundo. Detalhe: o recheio estava semi-frio.

Tempero

Como dito acima, o tempero era inexistente. Sal (num ponto bom), coloral (o recheio tendia ao laranja artificial) e, talvez, aji-no-moto. Fora isso, nada.

PS: Em se tratando de temperos, os acompanhantes eram pimenta Tabasco e mostarda D’ajuda (aguada e sem gosto)…nem eles salvaram o pobre acepipe.

Avaliação geral – 4,0 (A coxinha em si não é ruim. Não ofende, mas não chega nem a ser mediana)

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