Publicado por: unknown | junho 19, 2012

São Paulo – Max Lanches

Nome do recinto – Max Lanches

Endereço – R. Humberto I, 1091 / Vila Mariana

CRÍTICA – por Eustáquio Catarrinho do Império

Eu sabia que não devia passar por aqui de novo. Já tive um sobrinho que estudou aqui por essas bandas e não deu muito certo não. Falava de coisas sem sentido, que queria muito um lápis, nem que fosse de bronze. Uma vez ele ligou todo feliz falando que tinha ganhado um Clio prata, mas quando fui ver ele continuava com o carrinho preto. Pra mim ele passou muito tempo consumindo a coxinha da região entre um cigarrinho de artista e outro.

Crosta

Pô, começa com os dois pés esquerdos né, casca de microondas não dá. Coxinha é tradição, quanto mais queimada a panelona do óleo, melhor. Eu já vi nego passando apuro por muito menos lá onde eu moro. Pra ajudar, a malandra ainda tava com um óleo permanente. Você mordia e ele continuava saindo sei lá de onde.

Massa

Véi, na boa…massa aerada? Eu não sei nem como dá pra fazer da coxinha um suflair, mas o Max conseguiu. E até aí é uma experiência, vá lá. Agora, como fizeram pra deixar ela ácida também eu não sei. Cara, coxinha é coxinha, alheira é alheira.

Recheio

Tome-lhe coloral no franguinho, que está ao menos desfiado. Não tem muito mais a dizer, valeu?

Tempero

Pronto, finalmente um lampejo de lucidez. Temperinho de pimentão, quebrando a salsinha no quesito originalidade.

Avaliação geral – 3,5 (sem dedinho)

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