Publicado por: unknown | setembro 18, 2013

São Paulo – Diprimeira

diprimeira_peq

Nome do recinto – Diprimeira

Endereço – R. Campo Alegre, 86 / Pinheiros

CRÍTICA – por Eustáquio Catarrinho do Império

Fazia um tempo que eu não corria pelas bandas do história Largo da Batata, com suas casas de jogos clandestinas, seus marcadores de bicho disfarçados de ambulantes e seus forrós das pesadas. E, depois de tanto tempo, nada mais estava lá. Uma tristeza. Fui caminhando desolado para o trem, imaginando que uma coxinha e uma cerveja bem gelada poderiam aliviar o peso daquela estrutura de puro cimento sem alma que estava por ali agora.

Crosta

Olhei a danada ali, perdida no vitrô e pedi. Estava bonitona, dourada. Olha…pra uma coxinha que foi requentada, até que ela estava crocante. E sim, é tão certo que ela foi requentada, quanto que vou ouvir pipoco hoje à noite.

Massa

Sem aquela crocatinada toda que a gente sempre espera de uma coxinha, restava a massa ser o motivo e a salvação. Não era. Era só um bando de farinha sovada com água, pesada e quase instransponível.

Recheio

Certo, não sei muito bem como isso pode soar, mas o frango parecia meio pastoso, de um jeito que não queijo-cremoso, mas de pasta-baba. E claro, isso não pode ser bom.

Tempero

Oi?

Avaliação geral – 2,5

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