Publicado por: unknown | junho 11, 2014

São Paulo – Caiubier

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Nome do recinto – Caiubier

Endereço – R. Caiubi, 928 / Perdizes

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CRÍTICA – por Máximo Poder Terceiro

Dia desses perguntaram se eu andava circulando pelas áreas de Perdizes e Pompéia em São Paulo, que estava mais agitado, mais boêmio. Respondi que conhecia o Velho Rabo e suas coxinhas. A pessoas que não conhecia o bar Velho Rabo achou que eu estava falando de um travesti velho e magrelo. Mas o ponto é que me convenceram a dar umas voltas pelos bairros. E daí trombei esse tal de Caiubier.

Crosta

De cara a porção tinha um tamanho legalzinho, ou seja, ninguém ia parar de tomar seu chopp de tanto comer, e tampouco passar fome. A crostinha do estilo rústico, com a farinha de rosca metade no salgado, dois terços no seu dedo. Essa é a beleza da massa rústica, ela se reproduz no seu dedo para a hora de você lamber os beiços ter sempre um pouquinho mais.

Massa

Erro típico de quem ainda não tem uma coxinha celebrada mas gostaria de ter: encher o recheio de frango que esquecer da massa. Tinha tão pouca que ficou difícil de achar alguma coisa dela, e sua falta foi sentida. Se é para não ter, que seja como o Bezerra.

Recheio

O frango estava certinho, sem grandes segredos, formas ou texturas. Era frango como todo mundo conhece. Mas ali também tinha uma surpresa. Quer dizer, nem tanto surpresa, já que estava escrito no cardápio, mas ainda assim, uma surpresa. Junto do recheio de frango, uma boa porção de catupiry e…mussarela. Básico, simples e bom. Queijo e coxinha, são aquelas coisas que não existem doses adaptativas ao vício, é praticamente imediato, o crack do paladar.
(coxinha, o crack do paladar® é uma marca registrada do Coxinha de Rodoviária ™)

Tempero

O algo mais que normalmente espera-se do tempero desta vez nos foi apresentado no recheio, mas isso não impediu que o rapaz das coxinhas trouxesse um mix de ervas, como uma pitadinha de coentro e salsinha, para dar um gosto mais autêntico à porção.

Avaliação geral – 7,0

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Publicado por: unknown | maio 8, 2014

São Paulo – Ora Bolas

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Nome do recinto – Ora Bolas

Endereço – Av. Pompéia, 2350 / Pompéia

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CRÍTICA por – Eustáquio Catarrinho do Império

Seguinte, tem a rapaziada que toda semana dá de jogar bola com os mesmos caras que ficam trabalhando todo dia. É sempre de quarta. Pô, quarta já tem jogo na tv ou no rádio. Toda semana eu tenho um bilhar com o conceito. Dura mais, não mata meu futebol de quarta e sempre tem uma coxinha.

Crosta

Olha, vamos dizer assim. Não acho que tinha nada de nada especial na coxinha. Mas o lugar estava tão ajeitado: feltro escovada, taco nem tão torto, caimento perceptível, que a porçãozinha ficou até melhor. Então, pro chefe não dizer que só joguei e não trabalhei, a crosta é honesta que nem bandeirinha virgem.

Massa

Nem exagerada, nem fininha e marcante. Mas compunha bem a coxinha que cabe numa bocada, o que ajuda a não atrapalhar o ritmo do jogo.

Recheio

Pedaços sinceros de frango. Lembrou as saudosas coxinhas de aniversário. Hoje é um tal de tentar enfrescalhar o aniversário da criançada que tá foda. Sempre que vou na festa de alguém que saiu lá do bairro parece que esqueceram que coxinha é melhor que 90 porcento dos remendos de cardápio.

Tempero

Nada demais. Mas é só pedir a pimentinha que eles trazem na boa.

Avaliação geral – 4,5 (mas vai pra 6,0 com o clima)

Publicado por: unknown | maio 7, 2014

Coxinha para Gringo Ver

East River State Park, Brooklyn, NY.

Bacanão esse smorgasburg, super auê em cima das comidas de todo o mundo. Do Brasil, superando a mini feijoada, qualquer um dos quitutes das Baianas do Pelourinho, o feijão tropeiro de Minas, o cacetinho com matambre do Sul, qualquer variação de aipim do Norte, venceu a coxinha. A nossa coxinha. O salgado mais celebrado no país que mais gosta de celebrar qualquer coisa, por valer um feriado ou por puro embalo mesmo, ganhou passaporte de trabalho e, se não atravessou o Pacífico, pelo menos já chegou longe.

Confira aqui a hipstagem.

Agora, legal, coxinha Pedro Álvares, mas porra, não dava para levar a tradicional junto no pacote? Precisava ser só a de pato? Tem purista aí que nem considera isso aí como coxinha. E na real, vacilo mesmo. Depois o cara chega aqui e não acha nunca mais a coxinha de pato e começa espalhar que a do Brooklyn é muito melhor. Sério, tem hora de disseminar a tradição firmeza, tem hora de pagar de moderno que sempre frequentou boteco.

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Publicado por: unknown | maio 6, 2014

São Paulo – Cruzeiro*s Bar

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Nome do recinto – Cruzeiro’s Bar

Endereço – R. Cruzeiro, 952 – na Ponte da Casa Verde / Barra Funda

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CRÍTICA por – Máximo Poder Terceiro

Reencontrar pessoas que fizeram parte da sua vida é uma das boas atividades do finais de semana. E agora pouco fui rever uma amiga-irmã, daquelas que sempre vão ser assim. E só para provar que não importa quanto tempo a gente não se vê, ela marcou direto num lugar com uma coxinha consideravelmente conhecida na cidade.

Crosta

O bar tem a decência de manter mesas na rua, carros passando, sol batendo, aquele clima de desce sem perguntar. A porção é vistosa, o que já anima. E de cara a primeira grata confirmação, a crosta é das boas: sequinha e de espessura bacana.

Massa

A partir da crostinha delícia de ver e de provar a receita caiu na normalidade. A massa parecia mais uma daquelas que encontramos em qualquer bar que não reutiliza o óleo (e isso pode ser bom ou ruim).

Recheio

Em meio a tamanha normalidade o recheio ralado, abominação das receitas, acaba não ajudando.

Tempero

Altos e baixos aqui. Baixos pelo tempero básico e sem ousadia dentro da coxinha. Poderia ter contribuído com a nota. Altos pelo molhinho rosé à parte. Acertaram e o toquezinho mais ácido vai bem com o chopp (super bem tirado, por sinal).

Avaliação geral – 6,0

Publicado por: unknown | março 13, 2014

São Paulo – Fisherman’s Table

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Nome do recinto – Fisherman’s Table

Endereço – R. Pedroso Alvarenga, 554 / Itaim

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CRÍTICA por – Cleide

Gente, quanto tempo e que saudades eu estava de cada um de vocês, queridos. E eu demorei, eu sei, mas vim com uma novidade delícia para os entusiastas do bom comer e da boa companhia. Em ano de eleição a gente tem que ser política, né? Por isso mesmo levei o filho de um diplomata gatésimo (pai e filho) até o Fisherman’s. Clima intimista, pitadinha de exoticidade sem ofender, tudo na medida. Ou quase.

Crosta

Primeiro. Essa é uma coxinha de siri magia. Adorei que não ficaram no peixinho básico. Sério, como não gostr de siri, todo pequeno, andando de ladinho pelas praias de areia fininha e gente bonita. Dito isso, ovulei quando encostei nessa delícia. Croc, croc, crocância perfeita e na medida.

Massa

Massa é tudigual, né? Não, amor, lógico que não. Na coxinha de siri do fishfish você tem aquela sensação de casquinha da Lapinha, só que empanada. Delícia na língua como poucas.

Recheio

Olha, vou ser polêmica agora. Decidi que sim. O recheio é ótimo, tem volume, consistência e cor, tudo lindo, mas darling…muito Catupiry. Vocie vem naquele aroma de cais limpinho, falta só a gaivotinha ali, e de repente, o sabor do siri fica miúdo, mais sumido que Andorra no mapa da Europa. Não é que ficou ruim, mas ficou uma coxinha de Catusiri, não de siri.

Tempero

Tudo no cardápio vem marcado com graus de picância, e a coxinha passa ilesa. Mas não se desespere. Faça que nem meu bofe do dia. Aproveitou os temperos de mesa. Para cada mordida um tempero diferente. Gostei mais do shoyu picante, mas recomendo todos.

Avaliação geral – 7,5

Publicado por: unknown | fevereiro 6, 2014

São Paulo – Empada Brasil

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Nome do recinto – Empada Brasil

Endereço – Franquia, mas a degustada foi na R. Coelho Lisboa, 337 / Tatuapé

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CRÍTICA por – Máximo Poder Terceiro

Porra rapaziada, a hora que a fome aperta de verdade é difícil. Fiz até um sacrifício e entrei num lugar que tem empada no nome. Mas não é pra se rogar nessas horas, né não? Pede a coxinha de todo santo dia e bora encher o reservatório de frango.

Crosta

Olha, vou confessar que animei a hora que eu vi a coxinha, exuberando no appetite appeal no meio daquelas empadas secas. Infelizmente a crosta não chegou no potencial visual que o salgado entregava. Um pouco molenga. Fiquei me questionando, quando será que fariam uma Coxinha Brasil.

Massa

Depois da crosta mole, encontrar uma massa farinhenta é um constraste inesperado. E posso dizer, não dos melhores.

Recheio

Surpresa. Provavelmente, usando o mesmo recheio de frango do salgado que leva nome à casa, o recheio estava molhadinho ma medida e o Catupiry tem o selinho de qualidade confirmada pelo meu paladar.

Tempero

Posso dizer que beira o inexistente. Mas a pimenta da mesa resolve a situação.

Avaliação geral – 5,0 (mas com o fome que eu estava beirou uns 6,5)

Publicado por: unknown | janeiro 30, 2014

Coxinhas Caseiras – 1

Chegou a hora de provocar vontades, invocar memórias e saudades daquele parente que sabe fazer a coxinha mais maravilhosa que você já provou. Umas centenas de bares do Brasil e uns 12 de Portugal são especializados no nosso salgado favorito, mas sempre vai existir a tia-avó de um primo do vizinho que um dia fez a melhor coxinha que você já comeu na vida. Para celebrar essas delícias feitas entre um gole e outros de cerveja que está aberta a sessão Coxinhas Caseiras.

CHEF: Felipe Fontes

1) Massa pronta e de fácil modelagem. Ponto para o palitinho facilitando a identificação das coxinhas com catupiry.

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2) Dica do fritador: óleo de matar companheiro de cela e quantidade reduzida de unidades no fervo.

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3) Coma sem moderação. Não vamos enganar ninguém aqui: fritar coxinhas não vai deixar sua cozinha mais limpa, desfiar e temperar o frango toma tempo. Por isso mesmo, nossa musa não é o petisco que você – ou aquele conhecido que exubera na arte – vai mandar ver todo final de semana. “Eu raramente via a oportunidade, até ela deixar de ser uma” (Mark Twain). Sem mais.

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Poderia estar nas ruas: sem dúvida.

Publicado por: unknown | janeiro 8, 2014

Começo de ano de Copa, de eleições, de pororoca…

…fica a mensagem das ruas

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e no próximo post, novidades fritas com carinho para o blog com o maior sarrafo gastronômico da internet sul

Publicado por: unknown | dezembro 20, 2013

São Paulo – Letícia

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Nome do recinto – Letícia Arte e Talento (ok…)

Endereço – R. Natingui, 823 / Vila Madalena (existem algumas na cidade, não sejam injustos com os fritadores das outras filiais)

CRÍTICA – por Máximo Poder Terceiro

Eu andava tão sumido que vou direto ao ponto. Não abandonei a carreira de analista de coxinhas, ela só teve um break para eu participar de uma pesquisa sobre clonagens de dodôs nas Ilhas Maurício. E resolvi retomar esta gloriosa coluna postificada bem em uma das padarias mais supervalorizadas da cidade. Acontece.

Crosta

Podia estar mais crocante. Tipo, bem mais crocante. Uma carapaça dessa não serve nem para ficar presa no dente, infelizmente.

Massa

Básica da básica, para quem anuncia que tem arte e talento (supostamente em sua cozinha), a massa ficou bem simplezinha. A massa  ajuda a criar boas impressões nas primeiras mordidas da coxinha. Quem não tem uma crosta estupefante, deveria se preocupar com a massa de seu produto.

Recheio

Amigo, depois da massa ainda enfrentei um compensadão de de frango ralado. Dava para fazer a base de um muro desse recheio. Parecia um tijolo de bricolagem. Mas carinho com a galinha aí, gente .

Tempero

Nos tempos dos temperos magros, a cebolinha encontrada aqui já foi um grande alento. Espero que seja algo legítimo do estabelecimento, e que a ideia não tenha vindo de um temaki de salmão.

Avaliação geral – 4,0

Publicado por: unknown | dezembro 18, 2013

São Paulo – Lanchonete Higienópolis

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Nome do recinto – Lanchonete Higienópolis

Endereço – R. Sergipe, esquina com Av. Angélica / Higienópolis

CRÍTICA – por Eustáquio Catarrinho do Império

Pô, vive bem a beça esse Jô Soares. Vizinhança cheia de árvore, rapaziada montada nas bicicleta importada, shopping com corredor largo. Firmeza. Mas no meio de tanto carro de vidro fumeta, achei um lugarzinho da hora para bater um rango. E mandei a coxinha de todo santo dia.

Crosta

De cara bateu aquela animada. Coxinha que devia chamar coxona, saquelas de sambista. grandona de matar a fome, vistosa que nem carro abre alas. E tava até que boa a mssa. Nenhuma comissão de frente da Mangueira, mas entregava.

Massa

É foda, é só ver um balcão mais imundo que a gente já pensa que a massa vai ser seca e pesada.  Nada meu irmão. A massa daqui é cremosa que só. Vai na fé.

Recheio

Franguinho ralado, do jeito que a gente gosta na hora de abaixar uma nota. O coloral ajudava no apetite, mas não tinha muito mais que isso.

Tempero

Buteco que não dá aquela carregada no tempero não sabe o que está fazendo. Pronto, tái, mandei na cara mesmo.

Avaliação geral – 5,0

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